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Etnomapeamento da terra indígena Kampo do rio Amônia: o mundo visto de cima

Metadados

Número de registo

ORD.2024.0154

Nome

LIVRO

Coleção

Coleção Literária de Obras Raras

Classificação CDU

9 GEOGRAFIA. BIOGRAFIA. HISTÓRIA > 93/94 História

Título

Etnomapeamento da terra indígena Kampo do rio Amônia: o mundo visto de cima

Autor

Renato Antonio Gavazzi

Técnica

costura | dobra | Impressão

Suporte

Suporte Inexistente

Material

Papel | tinta

Local

Brasil > Acre | América do Sul

Tipo

Catálogo

Descrição

Apresentação 7 Prefácio 9 Introdução 11 Cloude Correia, José A. Viera pimenta, Renato Antonio Gavazzi 1. Metodologia do etnomapeamento 17 Cloude Correia, José A. Viera pimenta, Renato Antonio Gavazzi 1.1. A articulação política interinstitucional 18 1.2. O consentimento e diálogo com os Ashaninka 18 1.3. preparação oficinas 18 1.4. primeira oficina 18 1.5. A sistematização e digitalização de informações preliminares 21 1.6. Segunda oficina 21 1.7. A sistematização e digitalização dos mapas em Rio Branco 22 1.8. A participação e articulação dos Ashaninka 22 1.9. A organização dos documentos 22 2. O etnomapeamento na visão dos Ashaninka 23 Cloude Correia, José A. Viera pimenta, Renato Antonio Gavazzi 2.1. Etnomapeamento e educação 23 2.2. Etnomapeamento e gestão territorial 26 2.3. Etnomapeamento e política de fronteira 29 Sumário 3. Mapa histórico 33 Cloude Correia, José A. Viera pimenta 3.1. informações contidas no mapa histórico 33 3.2. A migração ashaninka para o Alto Juruá brasileiro e a ocupação do rio Amônia 34 3.3. Os Ashaninka no rio Amônia: das primeiras famílias residentes até a década de 1980 38 3.4. A intensificação da exploração madeireira na década de 1980 e suas conseqüências 42 3.5. A luta pela demarcação da terra indígena e a política da sustentabilidade 45 3.6. A importância do mapa histórico 48 4. Mapa hidrográfico 51 Cloude Correia, José A. Viera pimenta 4.1. A identificação dos recursos hídricos e a importância do mapa 52 4.2. Os recursos hídricos e o mundo espiritual 54 5. Mapa de vegetação 59 Cloude Correia, José A. Viera pimenta6. Mapa de fluxo de fauna 65 Cloude Correia, José A. Viera pimenta 6.1. A classificação da fauna silvestre 66 6.2. Fluxos da fauna, comportamentos animais e ciência indígena 67 6.3. Superpopulação de fauna 71 6.4. Manejo da caça e invasões madeireiras: a ameaça às áreas de refúgio 73 7. Mapa de caça 77 Cloude Correia, José A. Viera pimenta 7.1. A caçada e seu aprendizado: um símbolo de masculinidade 78 7.2. técnicas de caçada 79 7.3. Caminhos, piques e acampamentos de caçada 80 7.4. Crenças associadas à caçada 82 7.5. Os animais e seus donos: princípios de ecologia ashaninka 83 8. Mapa de pesca 87 Cloude Correia, José A. Viera pimenta 8.1. A classificação dos habitantes das águas 88 8.2. A importância das praias: coleta de ovos de tracajá e andanças estivais 88 8.3. O valor do peixe e as técnicas de pesca 90 8.4. Algumas crenças associadas a pesca 91 8.5. O manejo da pesca 91 8.6. As ameaças externas: o equilíbrio do mundo aquático em perigo 94 Apresentação Renato Antonio Gavazzi A experiência aqui relatada é referente às Oficinas de Etnomapeamento realizadas em uma das 8 terras indígenas localizadas no Alto Juruá na faixa de fronteira internacional entre Brasil/Acre e peru/Ucayali, nesse caso especifico se trata da terra indígena Kampa do Rio Amônia. Nos últimos 29 anos, vários povos indígenas do Acre em projetos educacionais desenvolvidos pela Comissão pró-Índio do Acre (Cpi/AC), vêm utilizando a cartografia indígena como importante meio para a gestão de seus territórios. Mapear os recursos naturais, a morfologia, os conflitos socioambientais, os elementos históricos culturais e muitos outros aspectos da paisagem e da vida, contando com a participação efetiva das populações indígenas, vem se constituindo como importante instrumento para a gestão territorial e ambiental de suas terras. A produção de mapas mentais e georreferenciados criados através desses projetos incorpora o profundo conhecimento que os povos indígenas têm de suas terras e de seu entorno. A cartografia indígena, na sua atividade de mapeamento, vem contribuindo para que os povos indígenas utilizem os mapas produzidos por eles, como uma das ferramentas necessárias para o planejamento e a gestão de suas terras, ferramentas que historicamente foram usados contra eles. Este trabalho procura dar respostas à problemática da gestão territorial e ambiental das terras indígenas do Alto Juruá e ao cenário de conflitos vivido por alguns povos indígenas com os madeireiros peruanos, na região fronteiriça entre Brasil e peru, área que se caracteriza por ser um grande mosaico de terras indígenas e Unidades de Conservação (UCs). 9. Mapa de uso dos recursos 97 Cloude Correia, José A. Viera pimenta 9.1. Os roçados e a importância cultural da mandioca 99 9.2. Capoeiras e outras áreas 101 9.3. Recursos naturais para a fabricação de artesanato 103 9.4. Recursos naturais e mundo espiritual: a coca e a ayahuasca 109 9.5. O murmuru e seus usos 113 9.6. Outras atividades de manejo dos recursos naturais 115 10. Mapa de invasões 119 Cloude Correia, José A. Viera pimenta 10.1. As invasões madeireiras na fronteira Brasil-peru e suas conseqüências ambientais 123 10.2. A mobilização dos Ashaninka contra as invasões peruanas e sua luta pelo fortalecimento das ações de vigilância e fiscalização da fronteira internacional 129 10.3. Construindo uma agenda política para o desenvolvimento da fronteira Brasil-peru no Alto Juruá 132 10.4. Situação atual e perspectivas 136 Bibliografia 143

Fotógrafo

Lyanna Soares

Referências Bibliográficas

Inexistente

Observações

Inexistente

Números Antigos

Inexistente

Responsável Técnico

Letícia Amarante Cardoso

Recomendações

Higienização e acondicionamento. Cuidados no manuseio, objeto delicado.

Histórico

Desconhecido

Data da Fotografia

03/10/2024

Documento de Aquisição

Inexistente

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